Robôs: O Futuro Foi Ontem


No passado imaginava-se os robôs como escravos mecânicos, capazes de fazer todos os serviços de maneira eficiente e rápida, para que nos humanos pudéssemos  viver em um eterno e doce far niente.
Houve até quem fizesse previsões terríveis como a revolta dos robôs que, mais inteligentes que o próprio homem, dominariam o mundo e escravizariam a humanidade. Lembra de Hal, o robô super inteligente e rebelde de Stanley Kubrick em “2001, Uma Odisséia no Espaço” (1968)? Ou então Gort, o assustador robô de “O Dia Em Que A Terra Parou” de Robert Wise (1951)?


Os robôs hoje são uma realidade em diversos segmentos da indústria mas nem eles se tornaram super inteligentes e revoltosos, nem o homem conseguiu viver só de sombra e água fresca. As previsões que mais se aproximaram da realidade do século XXI são as do filme “Metrópole” (1927), de Fritz Lang, que mostra a robotização do próprio homem personificada na figura do androide Maria.
O cinema imortalizou uma série de personagens robôs como os impagáveis C-3PO e R2-D2 de “Star Wars” (George Lucas, 1977) e a super sexy Pris vivida por Darryl Hanna em “Blade Runner” (Ridley Scott, 1982).
Graças ao cinema e à literatura os robôs se tornaram cult e foram libertados dos trabalhos repetitivos e maçantes para se transformarem em arte, em conceito que busca a reprodução da forma humana através materiais e objetos cotidianos. Sem dúvidas uma metáfora sobre o homem do nosso tempo, caracterizado por aquilo que produz e possui.


Apaixonado desde a infância por seus robôs de brinquedo, o norte americano Terry Collier transformou-se em um escultor que recria a realidade com seus personagens mecânicos, inserindo-os em um contexto humanizado onde constituem família, têm filhos e até se tornam viciados em drogas.





O também norte americano Damon Drummond, também conhecido como Ultrajunk, usa o mesmo processo de produção para suas esculturas com uma preferência bastante nítida por peças de design vintage.
A partir de queimadores de fogão, faróis de bicileta, pernas de mesas e outras garimpagens de ferro-velho & depósitos de sucara de Ohio, Drummond dá forma a seres de um universo junk e melancolicamente poético.





O artista plástico, designer e contador de histórias Mike Slobot criou uma grife para seus personagens pop-retro-futuristas, super coloridos e até utilitários.  Uma boa parte deles têm uma incompatível atração pela água e surgem com equipamento de mergulho e até mesmo com pranchas de surf. E você pode comprá-los pela loja virtual no site do artista.









Você pode comprá-los pela loja virtual no site do artista. E como não desejar a versão robô de Bart Simpson criada por Slobot?





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