100 Anos de Piaf


Fãs de Edith Piaf em passagem por Paris até 23 de agosto não podem perder a magnífica exposição montada na Biblioteca Nacional  François Mitterand para homenagear o centenário da diva que eternizou com sua voz peculiar canções como La Vie en Rose, Hymne à L'amour e Je Ne Regrette Rian.



Com mais de 400 ítens a exposição conta toda a trajetória de Piaf, desde sua infância até o sucesso e a morte prematura, revelando fatos que até fãs mais ardorosos desconhecem, como o lado atriz da diva da chanson.
Piaf participou de alguns filmes, dentre os quais "Si Versailles m'était conté", de Sacha Guitry, que fala sobre a queda da Bastilha. Piaf interpreta uma das "revolucionarias do povo" e seu personagem canta apaixonadamente pendurada nas grades do portão do Castelo.


E não há como falar de Piaf sem falar de amor e seus amores que inspiraram canções belíssimas como "Hymne à L'amour", composta para o boxeador Marcel Cordan, que teve morte trágica em um acidente aéreo, fato que marcou profundamente a vida da cantora.
A atriz Marion Cotillard, ganhadora de um Cesar e um Oscar interpretando Editih Piaf  no filme La Môme, dirigido por Olivier Dahan, cedeu as duas estatuetas para a exposição.
A exposição é enriquecida por muitas canções e depoimentos que o visitante pode apreciar com os guias de áudio. E tem até uma pequena sala com karaokê onde os fãs mais audaciosos podem se arriscar a interpretar clássicos do repertório de Piaf.





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