A Natureza Geométrica de Ellen Giggenbach


Descobri a arte de Ellen Giggenbach quando procurava por imagens originais de árvores de natal na internet. Junto com a árvore de natal que eu procurava, encontrei uma grande quantidade de ilustrações de pássaros que me lembravam os desenhos de Charley Harper, apesar de possuírem uma linguagem muito diferente e particular.


A designer e ilustradora Ellen Giggenbach nasceu em Augsburg, no sul da Alemanha, mas muito jovem imigrou para a Wellington, na Nova Zelândia, onde vive e trabalha.
A fauna e a flora da Nova Zelândia inspiram a artista e são presença constante em seus trabalhos, com todo o colorido e o exotismo que a natureza local proporciona. E não são apenas os pássaros. Ellen desenha muitos animais, plantas e a paisagem.




Como designer gráfico freelancer, Ellen Giggenbach teve muitas de suas obras licenciadas para empresas em uma grande variedade de produtos, incluindo artigos de papelaria, livros, embalagens, acessórios de decoração, objetos utilitários e até estampas para tecidos e roupas.


Atualmente Ellen se concentra em produzir obras de arte únicas que refletem seus interesses e influências, que incluem a arte popular tradicional europeia, o modernismo e ilustrações de meados do século passado.




















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Second Life Toys



Juntar partes de brinquedos de pelúcia danificados e dar-lhes uma segunda vida foi a idéia de  Akira Suzuki, profissional da Dentsu, para chamar a atenção sobre a falta de crianças doadoras de órgãos.
O projeto Second Life Toys, "ressuscita" bichinhos de pelúcia doados, que depois vão para instituições que cuidam de crianças. 


A campanha foi lançada em maio deste ano em parceira com a Green Ribbon, grupo japonês de transplante de órgãos, contando com a participação de artistas, designers e fabricantes de brinquedo de pelúcia de todo o mundo.


Futuros participantes podem doar brinquedos ou pedir peças para restaurar suas próprias pelúcias. A campanha pede a qualquer um que receba um transplante de pelúcia para escrever uma carta de agradecimento ao doador e completar o círculo de reciprocidade, ajudando a ilustrar os benefícios potenciais de uma doação de orgãos de verdade.






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Björk Digital


Björk é uma artista incansável e sempre surpreendente. Agora ela trabalha em uma versão em realidade virtual de Vulnicura, escreve novas músicas para um novo álbum e também dirige uma exposição etinerante dedicada aos aspectos digitais de seu trabalho. 


Seu último álbum, Vulnicura (em três versões diferentes: álbum original, versão acústica e versão concerto) foi lançado em 2015 e foi muito elogiado pela crítica.
Depois de muitos anos sem se apresentar em sua terra natal, ela se fez duas apresentações no festival de música Iceland Airwaves e inaugurou a sua exposição Björk Digital no Harpa Conference Cernter.
A exposição intitulada Björk Digital é um projeto de realidade virtual onde o público pode entrar em um mundo de realidade virtual interativa e experimentar sua música de uma nova maneira, com a ajuda da tecnologia 3D. 


Sempre na vanguarda, Björk não se assusta com as novas tecnologias. Ao contrário, ela está sempre esperando por alguma coisa que possibilite realizar suas idéias e tira o melhor proveito de tudo, seja na música, nos filmes, nas fotos, nos cenários e até em suas roupas. Como ela mesma diz:  " Quando vejo coisas novas, sou como um corvo atraído por algo brilhante".
Björk tem trabalhado em imagens tridimensionais com o artista James Merry e recentemente terminou uma realease de realidade virtual da música Family, do álbum Vulnicura, que ela considera seu melhor trabalho até agora. 


Enquanto a maioria dos artistas briga para contra a reprodução gratuita de seus vídeos e músicas pela internet, ela vai a favor da maré, buscando caminhos que fazem seus shows e essa exposição etinerante se transformarem em experiências únicas, que jamais poderão ser vividas através do Youtube.


Nas fotos a baixo, Björk em uma das apresentações no  Harpa Concert Hall and Conference Centre - Os figurinos são Emanuel Ungaro e David Ferreira, com headpiece by Gucci e James Merry.
As fotos são de Santiago Felipe







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A Steampunk Art de Kazuhiko Nakamura



O designer e professor de arte 3D Kazuhiko Nakamura gastou muitas de suas horas livres estudando técnicas e criando obras que o transformaram também em artista plástico.


Muito diferente de tudo o que se vê na internet com o rótulo de "arte digital", o trabalho de Kazuhiko Nakamura se destaca não só pela complexa mistura homem/máquina mas também técnica peculiar: Cada uma das milhares de "peças" que compõem as imagens, são criadas uma a uma e aleatoriamente, posteriormente agrupadas para formar as imagens, como em um quebra-cabeça.


Nascido em Hyogo, no Japão, em 1961, Nakamura recebeu fortes influências da arte cyberpunk e do surrealismo em sua juventude. Essas nfluências são visíveis em seu trabalho, definido por um crítico de arte como "um híbrido surreal do homem e da máquina, um duro casamento de metal e carne". 


Nos últimos 10 anos o trabalho de Nakamura vem sendo reconhecido com prêmios e exposições em galerias de arte e instituições como The National Museum of Emerging Science and Innovation, deTokyo (2015) e o Hangaram Design Museum, de Seoul (2014).
Nas redes sociais ele é post certo nos perfis dos apreciadores de steampunk art.





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Explosão Gráfica


Jessica Walsh, da agência novairoquina Sagmeister & Walsh, assina a direção de arte da brilhante campanha para a Aïzone, toda inspirada em Mondrian e Roy Lichtenstein.














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